Cerimônia marca início da 35ª edição dos Jogos da Primavera
Por: Clara Viana
No último sábado (18), aconteceu a cerimônia de abertura da 35ª edição dos Jogos da Primavera. Durante esta semana, de 20 a 24 de outubro, os alunos do 1º ao 5º ano participaram de uma variedade de práticas, tematizadas nas aulas de Educação Física e que promovem o espírito de equipe e a cooperação durante o período de aula.
A abertura dos Jogos da Primavera reuniu os estudantes participantes dos jogos, profissionais da escola e famílias que vieram celebrar este momento, com entusiasmo.
Como gesto de acolhimento e celebração, os estudantes do 5º ano formaram um túnel com guarda-chuvas coloridos para receber os alunos do 1º ano. O momento, carregado de simbolismo, representou a passagem de legado entre quem se despede dos Jogos da Primavera e aqueles que estão apenas começando a vivenciar essa tradição.
A programação também contou com apresentações dos grupos extracurriculares da Comunitária, incluindo Ginástica Rítmica e Capoeira, que trouxeram ao público expressões culturais como o Maculelê, uma dança afro-brasileira.
O evento foi encerrado com uma apresentação dos alunos do 1º ao 5º ano ao som da música O Que É, o Que É?, de Gonzaguinha, cuja letra inspirou o tema dos jogos deste ano: “É bonita, é bonita e é bonita!”.
Serão cinco dias de jogos, com práticas variadas e adaptadas para cada ano escolar, incluindo brincadeiras e jogos de marca, invasão e precisão. As turmas são divididas por cores: azul, verde e vermelho no período da manhã; azul e verde no período da tarde.
Mais do que uma competição, os Jogos da Primavera fazem parte de um grande projeto pedagógico que valoriza a existência e as práticas corporais como contextos de aprendizagem, convivência e expressão.
“Na Educação Física da ECC, viver corporalmente é experienciar educação concreta, conhecimento significativo, formação para a autonomia e democracia. Os jogos da Primavera são o grande projeto desta área em que alunos e alunas experimentam e vivenciam conhecimentos comuns e, portanto, culturais, renovados pela história e por experiências coletivas com pertencimento. É uma das maneiras que a ECC celebra, desde 1990, formas de existir na escola e no mundo, possibilitando expressões de emoções, convicções e reivindicações”, explicou Camila Barbosa, professora de Educação Física.